Continuações melhores que o filme original

Elaborei uma lista com as continuações que superam o filme original (essas continuações podem ser a segunda ou terceira parte de uma trilogia, por exemplo, ou são parte de uma franquia com um número maior de filmes) e cheguei ao total de 21 filmes.

Deve haver algumas continuações que não lembrei, mas a grande parte delas, com certeza, foi lembrada.

Só uma observação: não coloquei na lista “O Poderoso Chefão: Parte II” (1974), pois não acredito, de forma alguma, que a segunda parte da saga da família Corleone supere o primeiro filme (este é, inclusive,tido por mim, – e por muitos – como o melhor filme da história do cinema). O segundo filme amplia o escopo do primeiro, mostrando o flashback de Vito Corleone e dando continuidade à história de Michael, mas não concordo que ele seja melhor que o “O Poderoso Chefão” (1972) – no máximo, é um filme de qualidade equivalente. Eu entendo quem prefere o segundo filme; no entanto, não é uma opinião da qual compartilho.

Da mesma forma, não coloquei “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), pois não acho que este filme seja superior a “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), que, para mim, é o melhor filme de aventura já feito até hoje.

Abaixo, a lista em ordem alfabética.

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Aliens: O Resgate (1986) – diretor: James Cameron; continuação de “Alien: O Oitavo Passageiro” (1979) de Ridley Scott e um dos melhores filmes de ação/ficção científica da história do cinema.

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– Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) – diretor: Christopher Nolan; segunda parte da trilogia do Batman dirigida por Christopher Nolan e o melhor filme baseado no universo de super-herói feito até hoje.

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– Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014) – diretores: Joe Russo, Anthony Russo; continuação de “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e melhor filme do Marvel Studios até agora.

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– Como Treinar Seu Dragão 2 (2014) – diretor: Dean DeBlois; continuação de “Como Treinar o Seu Dragão” (2010) e melhor animação do estúdio DreamWorks até o momento.

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– De Volta para o Futuro 2 (1989) – diretor: Robert Zemeckis; segunda parte da trilogia dirigida por Robert Zemeckis.

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– Homem-Aranha 2 (2004) – diretor: Sam Raimi; segundo filme da trilogia do Homem-Aranha dirigida por Sam Raimi.

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– Jornada nas Estrelas 2: A Ira de Khan (1982) – diretor: Nicholas Meyer; segundo dos seis filmes protagonizados pela tripulação original da Enterprise.

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– Mad Max: Estrada da Fúria (2015) – diretor: George Miller; melhor produção a se passar no universo pós-apocalíptico criado por Miller e o melhor filme de ação dos últimos 15 anos.

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– Máquina Mortífera 2 (1989) – diretor: Richard Donner; melhor filme protagonizado pela dupla de policiais Martin Riggs (Mel Gibson) e Roger Murtaugh (Danny Glover).

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– Missão: Impossível 3 (2006) – diretor: J.J.Abrams; terceiro filme da franquia protagonizada pelo agente Ethan Hunt (Tom Cruise) – talvez o quinto filme, “Missão: Impossível – Nação Secreta”, seja tão bom quanto o terceiro (preciso revê-lo para decidir isto).

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– O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991) – diretor: James Cameron; continuação de “O Exterminador do Futuro” (1984), também dirigido por James Cameron e um dos melhores filmes de ação/ficção científica da história do cinema.

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– Operação Invasão 2 (2014) – diretor: Gareth Evans; sequência de “Operação Invasão” (2011), filme de ação/policial que Gareth Evans também dirigiu; é, sem dúvidas, um dos grandes filmes de ação a surgir desde o ano 2000, ao lado de “O Ultimato Bourne”, “Mad Max: Estrada da Fúria” e “007: Cassino Roayle”.

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– O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003) – diretor: Peter Jackson; terceira parte da trilogia que Peter Jackson dirigiu baseada nos livros de Tolkien.

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– O Ultimato Bourne (2007) – diretor: Paul Greengrass; terceira parte da trilogia Bourne (eu ignoro completamente o quarto filme).

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– Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – diretor: Matt Reeves; continuação de “Planeta dos Macacos: A Origem” (2011), filme que marcou o reboot da franquia.

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– Star Trek: Além da Escuridão (2013) – diretor: J.J.Abrams; continuação de “Star Trek” (2009), filme responsável pelo reboot da franquia “Jornada nas Estrelas” no cinema.

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– Star Wars Episódio V – O Império Contra-Ataca (1980) – diretor: Irvin Kershner; segunda parte da trilogia original de Star Wars e o melhor filme feito até hoje a se passar no universo criado por George Lucas.

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– Toy Story 3 (2010) – diretor: Lee Unkrich; terceira parte da trilogia da Pixar e o melhor filme do estúdio ao lado de “Wall-E” (2008).

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– Três Homens em Conflito (1966) – diretor: Sergio Leone; terceiro filme da “trilogia dos dólares” dirigida por Leone e o melhor filme de faroeste/western da história do cinema.

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– Tropa de Elite 2 (2010) – diretor: José Padilha; continuação do filme policial dirigido por José Padilha e um dos melhores filmes brasileiros já feitos.

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– X-Men 2 (2003) – diretor: Bryan Singer; segunda parte da trilogia original dos mutantes da Marvel.

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Recomendação – The Sopranos

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Em 2007, quando a HBO exibiu o último episódio de “The Sopranos” (ou Família Soprano, como a série ficou conhecida no Brasil), eu tinha a plena convicção de que acabara de ver a melhor série de televisão já feita, uma verdadeira obra-prima audiovisual.

Oitos anos depois – com os finais de “Breaking Bad”, “Mad Men”, “Sons of Anarchy”, “The Shield”, “A Sete Palmos” e com as estreias de “Game of Thrones, “True Detective”, “House of Cards” etc. –  esta certeza permanece. Isto porque, todas estas séries só existiram (e toda a época da ouro da tv norte-americana que estamos vivendo) devido, em grande parte, ao que “The Sopranos” havia feito antes: profundidade de personagens, abordagem de temas difíceis, interpretações fantásticas, roteiro bem escrito, fotografia que se aproximava da de cinema, colocar um personagem controverso como sendo o principal da trama (fazendo o público se importar com ele), etc.

A única série dramática que rivaliza em qualidade com “The Sopranos” é “The Wire”, produzida no mesmo período pela HBO, com um tom mais documental e usando a criminalidade como ponto de partida para uma análise profunda da sociedade norte-americana. Foi o outro pilar que faltava para a revolução que se viu na televisão dos EUA nos anos seguintes.

“The Sopranos” está para a televisão assim como “The Godfather” está para o cinema. Se não viu, veja; é um dos melhores presentes culturais que você pode dar para você mesmo.

O vídeo abaixo, feito pelo pessoal do site Pipoca e Nanquim,  explica um pouco do porquê eu gostar tanto desta série.

Filmes para ficar de olho no segundo semestre de 2015

Abaixo, coloco uma lista de filmes (e os trailers, quando houver) para ficar de olho no segundo semestre de 2015. Alguns destes filmes, inclusive, são fortes candidatos a estarem em premiações como Globo de Ouro e Oscar no começo de 2016.

– Evereste (Everest)_Baltasar Kormákur – provável data de estreia: 17/09/2015 – (trailer:https://www.youtube.com/watch?v=QEZ6l0iWXk4)

– Sicario: Terra de Ninguém (Sicario)_ Denis Villeneuve – provável data de estreia: 24/09/2015 – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=G8tlEcnrGnU)

– Perdido em Marte (The Martian)_ Ridley Scott – provável data de estreia: 01/10/2015 – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Ue4PCI0NamI)

– A Travessia (The Walk)_ Robert Zemeckis – 08/10/2015 – (trailer:https://www.youtube.com/watch?v=GR1EmTKAWIw)

– Ponte de Espiões (Bridge of Spies)_ Steven Spielberg – provável data de estreia: 22/10/2015 – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=mBBuzHrZBro)

– 007 Contra Spectre (Spectre)_Sam Mendes – provável data de estreia: 05/11/2015 – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=7GqClqvlObY)

– Aliança do Crime (Black Mass)_ Scott Cooper – provável data de estreia: 12/11/2015 – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=R_F-lVhSfx8)

– A Colina Escarlate (Crimson Peak)_ Guillermo Del Toro – provável data de estreia: 26/11/2015 – (trailer – https://www.youtube.com/watch?v=oquZifON8Eg)

– No Coração do Mar (In the Heart of the Sea)_ Ron Howard – provável data de estreia: 03/12/2015 – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=b_n2CAhgPiA)

– Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força (Star Wars: Episode VII – The Force Awaken)_ J.J. Abrams – provável data de estreia: 17/12/2015 – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=wCc2v7izk8w)

Filmes sem data de estreia no Brasil (muitos devem chegar em janeiro/fevereiro/março de 2016):

– Spotlight_ Tom McCarthy – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=EwdCIpbTN5g)

– The Revenant_ Alejandro González Iñárritu – (trailer:https://www.youtube.com/watch?v=QRfj1VCg16Y)

– Os Oito Odiados (The Hateful Eight)_ Quentin Tarantino

– Silence _ Martin Scorsese

– The Danish Girl_ Tom Hooper

– Joy _ David O. Russel – (trailer: https://www.youtube.com/watch?v=SN4MLMHET7w)

– The Light Between Oceans _ Derek Cianfrance

Recomendação – Série de televisão – Mad Men

Mad Men, que já teve cinco temporadas e ano que vem irá para a sua sexta, é, juntamente com Breaking Bad, a melhor série dramática de televisão surgida desde o fim de “The Sopranos” (série que eu considero a melhor já feita até hoje) e que, de certa forma, veio para preencher o vazio deixado na TV por Tony Soprano e companhia.

O seriado – criado por, vejam só, Matthew Weiner, o escritor e produtor de “The Sopranos”- retrata a vida de um publicitário na Nova York do fim dos anos 50 e início dos 60 (os anos vão passando com a medida que o seriado avança: a quinta temporada, por exemplo, se passa nos anos de 1965/1966). Don Draper (interpretado pelo excelente ator Jon Hamm) é o diretor de criação da fictícia agência de publicidade Sterling Cooper (que mais tarde viria se tornar a Sterling Cooper Draper Pryce) e sua função é , basicamente, vender o “american way of life”, a felicidade enlatada nos produtos e estampada nos outdoors. Draper tem, aparentemente, uma vida desejada por muitos: um emprego bem remunerado, uma bela mulher (Betty Draper, que é interpretada pela também excelente atriz January Jones) e dois filhos. Porém, Don Draper, além de ser um homem misterioso (vários detalhes do seu passado são revelados ainda na primeira temporada), não consegue encontrar a felicidade que tanto vende para seus clientes. E, para controlar suas crises pessoais, ele recorre ao cigarro, ao álcool e a outras mulheres sem o menor pudor, mostrando-nos a personalidade de um homem angustiado e infeliz.

Mad Men – um trocadilho entre as palavras ad (propaganda) e mad (maluco), sendo também a forma pela qual eram chamados os publicitários da época – é extremamente competente em retratar o mundo (dentro e fora da agência de publicidade) daquele período: todas as pessoas fumavam e em todos os lugares (no primeiro episódio, a Sterling Cooper é contratada para fazer uma nova campanha para a “Lucky Strike”, famosa marca de cigarros) ; o álcool era ingerido não só nos bares, mas também no trabalho e em casa; as mulheres, apesar de muito glamurosas, eram bastante discriminadas pelos homens,isto é, eram vistas como objetos sexuais e consideradas, portanto, como submissas, sem voz ativa; havia a segregação racial entre brancos e negros (estes só aparecem no seriado em poucas ocasiões e, mesmo assim, geralmente como garçons ou ascensoristas) e o anti-semitismo.

Os homens norte-americanos, vencedores da Segunda Guerra Mundial, são mostrados no seriado como seres confiantes, homens que vieram do conservadorismo dos anos 50 e que não esperam todas as mudanças que, nós sabemos (mas os personagens não), surgirão com a revolução sócio-cultural nos EUA dos anos 60. Várias dessas mudanças são mostradas nas cinco primeiras temporadas, como o fato de uma mulher, mas especificamente a personagem Peggy Olsen (Elisabeth Moss) ,começar a conquistar seu espaço na agência de publicidade como executiva e não mais como secretária ( função normalmente exercida pelas mulheres nesse ambiente). O liberalismo sexual (comum para os homens, mas não para as mulheres da época) também já começa a ser mostrado, assim como o homossexualismo (o personagem Salvatore Romano, responsável por desenhar as campanhas publicitárias, apesar de gostar de outros homens, vive com uma mulher, com o objetivo claro de manter as aparências perante os colegas de trabalho). Algumas figuras importantes da política (a campanha para as eleições presidenciais de 1960 é bem retratada, havendo até um episódio na primeira temporada intitulado “Nixon vs. Kennedy”) e da cultura (em determinado episódio, um personagem cita Bob Dylan) também não foram esquecidas ( há a citação, inclusive, de filmes famosos lançados no período, como “O Homem que Matou o Facínora”, de John Ford, e “Se meu apartamento falasse”, de Billy Wilder). Na temporada mais recente, inclusive, é bem retratado o movimento hippie e toda a revolução cultural do período ( há personagens tomando LSD, menções a Beatles e Rolling Stones, mostra-se o movimento hare krishna em Nova York, etc.)

O elenco de Mad Men conta com – além dos já citados Jon Hamm, January Jones e Elizabeth Moss – John Slattery (interpreta Roger Sterling, um dos sócios da Sterling Cooper e um dos melhores amigos de Don Draper; de longe, o personagem mais engraçado da série), Vincente Karheiser (faz o papel do desprezível Pete Campbell, o mimado, rico,um tanto desleal e ao mesmo tempo interessante colega de Draper na agência, configurando-se como um dos melhores personagens da série) e vários outros atores desconhecidos do grande público e que agora estão recebendo o merecido reconhecimento. É importante destacar a belíssima direção de arte (a reconstituição da época é impecável, tudo é retratado da maneira mais fiel possível: móveis, roupas, carros, prédios, etc) e a fotografia ( o visual é nada menos que deslumbrante). Destaco ainda a abertura do seriado, uma espécie de animação que mostra um executivo em queda livre – uma analogia à infelicidade do protagonista da trama – cercado de prédios, pôsteres e outdoors com propagandas. Essa abertura em muito se assemelha às aberturas criadas pelo designer Saul Bass para os filmes de Hitchcock ( como, por exemplo, “Intriga Internacional e “Psicose) e de outros cineastas ( “Anatomia de um crime”, de Otto Preminger, é outro bom exemplo).

Os diálogos de Mad Men também chamam a atenção, contendo, muitas vezes, uma boa dose de ironia e sarcasmo (Don Draper às vezes me lembra personagens intepretados por Humphrey Bogart, cínicos e sedutores). O único ponto negativo do seriado, e que pode afastar alguns telespectadores, é o fato da história se desenvolver num ritmo um tanto quanto lento (pessoas acostumadas a assistir seriados como “24 horas”, “Lost” e “The Walking Dead” vão estranhar um pouco esse ritmo lento), mas não é nada que diminua o brilhantismo do mesmo e que impeça de acompanhá-lo de modo satisfatório.

Mad Men é , portanto, um seriado inteligente, bem escrito, atuado, dirigido e que só melhora com o passar das temporadas. Não é à toa que ele ganhou três vezes consecutivas (em 2008, 2009 e em 2010) o Globo de Ouro de “melhor série dramática” e Jon Hamm ganhou em 2008 o mesmo prêmio na categoria “melhor ator em série dramática”. Não percam, pois vale muito a pena assistir.

Obs: O seriado é transmitido lá nos EUA pela rede AMC e aqui no Brasil pela HBO. Cada temporada tem 13 episódios.

Coloco abaixo o vídeo da abertura da série:

Recomendação – Blu-ray/DVD – Guerreiro (Warrior, 2011)

Para os fãs de Mixed Martial Arts (MMA) ou de filmes de esporte em geral, aí vai uma grande recomendação: Warrior, filme que aqui recebeu o título “Guerreiro” e que, inexplicavelmente, foi lançado ano passado diretamente em blu-ray/dvd no Brasil. Digo “inexplicavelmente” pois trata-se de excelente filme (foi exaltado pela crítica lá fora) e que certamente iria encontrar seu público no Brasil, afinal, os fãs de MMA vêm crescendo cada vez mais no país e, além disso, é um dos melhores filmes dramáticos de 2011.

O filme (dirigido por Gavin O’Connor) é um drama familiar que envolve a participação de dois irmãos em um torneio de MMA com os melhores lutadores do mundo. É quase tão bom quanto “Rocky, Um Lutador”, filme de 1976 com Sylvester Stallone que exalta a superação de um homem no boxe e na vida. Se você gosta de MMA (ou de lutas em geral) ou desse estilo de filme, aí está um prato cheio. Grandes atuações do elenco: Nick Nolte inclusive recebeu indicação ao Oscar de ator coadjuvante por seu papel nesse filme e é também uma oportunidade de ver mais uma ótima interpretação de Tom Hardy, ator inglês que apareceu em “A Origem” e interpretou o vilão Bane em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”.

Abaixo, coloco o trailer do filme:

Recomendação – Série de televisão – Breaking Bad

Para quem quer ver um bom seriado de televisão e não sabe o que assistir, minha recomendação máxima vai para Breaking Bad, sem dúvidas a melhor série dramática atualmente da televisão e também a mais cinematográfica de todas (juntamente com Mad Men). A série é tão boa que conseguiu igualar em qualidade aquela que considero a melhor série dramática da história: The Sopranos (conhecida por aqui como Família Soprano). 

A história conta a decadência moral de um simples professor de química chamado Walter White (interpretado com maestria por Bryan Craston, não é à toa que ele ganhou vários prêmios por este papel) que, ao se ver diagnosticado com um câncer no pulmão, passa a fabricar e vender – juntamente com Jesse (interpretado por Aaron Paul, outro ótimo ator), um ex-aluno seu – metanfetamina. Os rumos que a série toma são totalmente inesperados e é fascinante ver a transformação de Walter episódio após episódio no criminoso conhecido por Heisenberg e a forma como isto afeta todos ao seu redor. A série vai ficando melhor a cada temporada que passa e é incrível o nível de tensão atingido na quarta temporada.

A primeira parte da quinta e última temporada de Breaking Bad terminou semana passada, com oito episódios. A segunda parte da quinta temporada vai ao ar no meio do ano que vem, com mais oito episódios, para encerrar a saga de Walter White.

A série é transmitida nos EUA pelo canal AMC e aqui no Brasil pelo canal AXN.